
Atendimentos individuais
Análise pessoal, aconselhamento psicológico, acolhimento de crise
Análise pessoal
Sessões semanais
Para quem precisa ou simplesmente deseja realizar um trabalho sensível, gradativo e profundo acerca de si mesmo. O espaço da análise convida o sujeito a escutar, através das próprias palavras, aquilo que o angustia, limita e que se repete. Aqui criaremos, juntos, um espaço onde seja possível elaborar, atravessar e ressignificar o que impede uma vida mais autêntica e feliz de acontecer.
Aconselhamento Psicológico
fixado em 4 sessões
Para quem está vivendo um impasse específico e busca um espaço breve de escuta. Em quatro (4) sessões, convido você a falar e ouvir algo de si, onde seja possível elaborar novos sentidos sobre o que te afeta, abrindo caminhos para tomar decisões com mais clareza e responsabilidade.
Acolhimento de crise
fixado em 2 sessões
Para momentos de dor psíquica intensa, quando é preciso apoio e acolhimento imediatos, com afeto e segurança. Em duas (2) sessões ofereço a você a um espaço de escuta e presença, que acolhe sem apressar respostas, permitindo que você sinta, respire, nomeie e inicie a travessia daquilo que te atinge.
Atendimentos individuais sociais
A escuta qualificada do sofrimento psíquico precisa romper com a lógica excludente dos privilégios econcômicos.
Para a comunidade LGBTQIAPN+
Análise pessoal com sessões semanais
É comum que pessoas LGBTQIAPN+ enfrentem barreiras no acesso ao cuidado em saúde mental, impactadas por violências estruturais que frequentemente afetam sua condição financeira. Com o desejo de contribuir para a transformação dessa realidade, ofereço atendimentos em análise pessoal com valor social para quem, dessa comunidade, se encontra em situação de vulnerabilidade financeira mas precisa ou deseja iniciar o cuidado com a sua saúde mental. Se essa proposta fizer sentido para você, me sinalize durante nossa primeira conversa.
Para mães solo
Análise pessoal com sessões semanais
Ser mãe solo, no Brasil, é habitar um lugar de intensa sobrecarga psíquica, simbólica e material. A ausência paterna, tão comum quanto naturalizada, convoca essas mulheres a um fazer múltiplo e solitário, em que a maternidade é imposta como dever moral — com frequência sem rede de apoio, sem pausa, sem escuta. Maternar, assim, se torna um doloroso ofício de tempo integral, que apaga a mulher e o ser humano por trás da função. Nessa realidade, claro, não é raro que também haja severos impactos financeiros na vida dessas mulheres. Se esse é o seu caso mas chegou a hora de cuidar da sua saúde mental, ofereço atendimentos em análise pessoal com valor social. Me sinalize no momento do nosso primeiro contato.